Columba livia
O problema não é a ave, são as fezes: elas corroem estrutura e podem transmitir doenças respiratórias. O manejo correto afasta sem causar dano.
O pombo-doméstico é a ave cinza-azulada com reflexo esverdeado no pescoço, presente em praticamente toda área urbana. Costuma pousar sempre nos mesmos pontos — beirais, peitoris, telhados, caixas de ar-condicionado e vigas — e é altamente fiel ao local de descanso e nidificação, o que explica por que ele volta mesmo depois de ser espantado.
As fezes acumuladas são ácidas e danificam pintura, alvenaria, calhas e estruturas metálicas. Quando secam, geram poeira que pode conter fungos associados a doenças respiratórias como criptococose e histoplasmose — risco maior em ambientes fechados e mal ventilados, e para pessoas com imunidade comprometida. Os ninhos também abrigam ácaros e piolhos que migram para dentro do imóvel.
O pombo é fauna silvestre e não pode ser morto ou envenenado — o manejo correto é por exclusão. Instalamos espículas de aço inoxidável ou policarbonato nos pontos de pouso, que impedem a ave de se fixar sem causar ferimento, além de outras barreiras físicas conforme a estrutura. A limpeza e a descontaminação da área afetada fazem parte do serviço, porque as fezes acumuladas seguem sendo um risco mesmo depois que a ave deixa o local.
Fazemos a inspeção, identificamos a origem e indicamos o tratamento correto.