Conheça as principais espécies encontradas em São Carlos e Araraquara — identificação correta é o primeiro passo para um controle eficaz.
ESP·01
Risco alto
Venenosa, com até 15 cm de envergadura. Encontrada em regiões tropicais, com coloração variável. Seu veneno pode causar dor intensa e aumento da pressão sanguínea em humanos — ataques são raros, pois normalmente prefere fugir.
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ESP·02
Risco baixo
Grupo amplo de áreas externas: as que fazem teia geométrica e as que caçam no solo, entre folhas secas e grama. Quase todas são inofensivas e ajudam a controlar insetos. Atenção: as de solo se parecem com a armadeira — na dúvida, não encoste e mande uma foto para identificarmos.
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ESP·03
Risco moderado
Grande, chegando a 4 cm, possui asas e voa. Marrom avermelhada, prefere áreas úmidas e quentes, frequentando esgotos e lixo. Medidas de limpeza e vedação são essenciais para prevenir infestações e doenças que transporta.
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ESP·04
Risco alto
Aracnídeo de veneno potente, bem mais resistente que os insetos: a dedetização de escorpiões exige produto específico e dosagem correta. As fêmeas têm reprodução assexuada, o que acelera a proliferação.
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ESP·05
Risco alto
Coloniza móveis, batentes e madeiramento de telhado sem contato com o solo. Sinal clássico é o pó fino (semelhante a serragem) acumulado embaixo da peça atacada. Os aleluias e siriris da revoada são esta mesma espécie, na fase alada. Quando a madeira cede, a colônia já está instalada há bastante tempo.
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ESP·06
Risco alto
Ágil e bom escalador, ocupa forros, telhados e áreas altas. Rói fiação elétrica — causa frequente de curto-circuito e incêndio — além de contaminar alimentos e superfícies por onde passa.
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ESP·07
Risco alto
O maior dos roedores urbanos, vive em tocas, esgotos e terrenos baldios. Associada à transmissão da leptospirose, principalmente em períodos de chuva e alagamento.
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ESP·08
Risco moderado
Da lava-pé, que ferroa em grupo quando o ninho é perturbado, à doceira que forma trilhas na cozinha. O que se vê é só uma fração da colônia — por isso produto de mercado não resolve.
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ESP·09
Risco moderado
Parasita de cães e gatos que também pica humanos, deixando lesões avermelhadas e coceira intensa. Os ovos caem no ambiente — por isso tratar só o animal não resolve.
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ESP·10
Risco alto
Transmissor de dengue, zika e chikungunya. Reproduz-se em água parada e limpa, incluindo pratos de vasos, calhas e reservatórios mal vedados — motivo pelo qual caixa d'água em dia é também prevenção.
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ESP·11
Risco moderado
As fezes acumuladas danificam estruturas e podem transmitir doenças respiratórias como a criptococose e a histoplasmose. O manejo correto é feito por exclusão — espículas e barreiras que afastam a ave sem causar dano.
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ESP·12
Risco alto
Também chamada de barata de supermercado ou francesinha. Entra em casa dentro da sacola de compras, vive dentro dos armários e se multiplica rápido — é a mais difícil de eliminar.
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