Início Serviços Pragas Quem Somos Blog Contato
Risco alto

Cupim

Isoptera

Trabalha por dentro e em silêncio. Quando a madeira cede ou aparece pó no rodapé, a colônia já está instalada há bastante tempo.

Cupim (Isoptera) — controle de pragas em São Carlos
Foto em breve
Principais tipos
Madeira seca e subterrâneo
Colônia
Milhares a milhões de indivíduos
Alimento
Celulose: madeira, papel, tecido
Sinal de revoada
Asas soltas no chão
Ataca
Telhado, batente, móvel, estrutura
Rainha
Vive vários anos

Como identificar

O cupim operário é claro, quase translúcido, e foge da luz. O que a maioria das pessoas vê é o cupim alado — o aleluia ou siriri — que sai em revoada após chuvas fortes, voa em torno das lâmpadas e perde as asas no chão. Existe uma diferença prática importante: o cupim de madeira seca vive inteiramente dentro da peça atacada e deixa um pó fino parecido com serragem; o subterrâneo mantém contato com o solo e constrói tubos de terra subindo pelas paredes.

Onde se esconde

  • Madeiramento do telhado, o ponto mais atacado e menos inspecionado
  • Batentes, portas e rodapés de madeira maciça
  • Móveis antigos, principalmente encostados na parede
  • Estruturas em contato com alvenaria úmida
  • Solo sob a fundação, no caso do cupim subterrâneo

Aleluia, siriri, cupim de asa: é tudo cupim

Cupim alado, também chamado de aleluia ou siriri — a forma reprodutiva do cupim
Cupim alado (aleluia / siriri) — a mesma espécie que ataca a madeira, na fase reprodutiva

Muita gente acha que o inseto que voa em volta da lâmpada é um bicho diferente do cupim que come a madeira. É o mesmo animal. O aleluia — também chamado de siriri, cupim de asa ou cupim de revoada — é a fase reprodutiva da colônia.

Numa colônia de cupim existem castas: os operários, que consomem a celulose e causam o estrago; os soldados, que defendem; e os alados, os únicos com asas e olhos desenvolvidos. Eles não comem madeira nem picam. A função deles é uma só: sair, acasalar e fundar uma colônia nova em outro lugar.

Por isso a revoada não é o começo do problema. É o sinal de que uma colônia por perto já está madura o suficiente para se reproduzir — o que leva anos.

Em que época eles mais aparecem

Na nossa região a revoada se concentra na primavera e no início do verão, aproximadamente de setembro a janeiro, com o pico entre outubro e dezembro. O gatilho não é a data no calendário e sim a combinação de três fatores:

  • Primeiras chuvas fortes depois do período seco — é o disparo mais comum
  • Calor com umidade alta, típico das tardes que fecham em chuva
  • Fim de tarde e início da noite, quando a maioria das espécies revoa

Como são atraídos por luz, aparecem em volta de lâmpadas, postes, varandas e janelas iluminadas. Voam mal e por pouco tempo: em seguida perdem as asas, e é por isso que no dia seguinte o chão amanhece coberto de asinhas transparentes.

O que fazer durante uma revoada

Apague as luzes externas e feche as janelas por algumas horas, ou deixe acesa apenas uma lâmpada longe da casa para concentrá-los ali. Um recipiente com água embaixo dessa luz reduz bastante a quantidade que entra. Não use inseticida em spray no meio da revoada: não resolve, porque os que estão voando já saíram da colônia — e a colônia continua onde sempre esteve.

O passo que realmente importa vem depois. Varrer as asas e seguir a vida é o erro mais comum. Se houve revoada no seu imóvel ou muito perto dele, existe colônia madura na região, e vale inspecionar madeiramento de telhado, batentes, rodapés e móveis antes que o dano apareça sozinho.

Teve revoada de aleluia no seu imóvel?

Fazemos a inspeção, localizamos a colônia e indicamos o tratamento correto para a espécie.

Agendar inspeção

Riscos para a saúde e o patrimônio

O prejuízo é patrimonial e pode ser grave. O cupim consome a madeira de dentro para fora, mantendo intacta apenas uma casca fina na superfície — por isso a peça parece boa até o dia em que cede. Em madeiramento de telhado, o risco vai além do custo da troca e passa a ser de segurança estrutural. Cupins não transmitem doenças nem picam.

Sinais de infestação

  • Asas soltas acumuladas embaixo de janelas e luminárias após chuva
  • Pó fino, semelhante a serragem, embaixo de móveis ou batentes
  • Som oco ao bater de leve na madeira
  • Tubos de terra subindo por parede, viga ou fundação
  • Madeira que cede sob pressão leve do dedo
  • Bolhas ou ondulações na pintura e no papel de parede

Como prevenir

  • Faça barreira química no solo durante obra ou reforma — é o momento mais barato
  • Evite contato direto de madeira com solo e alvenaria úmida
  • Corrija infiltrações e vazamentos, que atraem o cupim subterrâneo
  • Inspecione o madeiramento do telhado periodicamente
  • Afaste móveis de madeira das paredes externas
  • Não acumule madeira, caixotes ou entulho encostados no muro

Como a SanPrag trata

Não existe tratamento único: identificamos a espécie antes de qualquer aplicação, porque cupim de solo e de madeira seca exigem métodos diferentes. As opções vão da barreira química no solo à injeção localizada de inseticida na madeira, ou a combinação das duas quando o ataque veio de fora e já entrou na estrutura. Passar óleo queimado, diesel ou verniz — prática ainda comum — não elimina a colônia e compromete a peça.

Está com cupim no seu imóvel?

Fazemos a inspeção, identificamos a origem e indicamos o tratamento correto.

Falar com a SanPrag

Pragas e serviços relacionados

← Ver todas as pragas

Pedir orçamento Ligar agora