Tapinoma melanocephalum · Solenopsis · Camponotus
Persistentes e difíceis de eliminar com produto de mercado, porque o que se vê é só uma fração da colônia.
A formiga-doceira (Tapinoma melanocephalum), também chamada de formiga-fantasma, é minúscula, com cabeça escura e abdômen quase transparente — é a que forma trilhas em cozinhas e despensas. A lava-pé (Solenopsis) é avermelhada, faz ninho no solo e ataca em grupo quando o formigueiro é perturbado, causando ferroadas ardidas. A carpinteira (Camponotus) é maior e escava galerias na madeira para nidificar, sem se alimentar dela.
A formiga-doceira circula entre lixo, ralo e alimento, atuando como veículo mecânico de bactérias — em cozinhas comerciais e ambientes de saúde isso é um problema sério. A lava-pé causa ferroadas dolorosas, com risco maior para pessoas alérgicas e crianças. A carpinteira gera dano estrutural em madeira, embora menos severo que o do cupim.
Matar as formigas visíveis não resolve, porque a rainha e o grosso da colônia continuam no ninho. O controle eficaz usa iscas que as operárias carregam de volta, atingindo a colônia inteira. Por isso, durante o tratamento, não se deve pulverizar inseticida sobre as trilhas: isso quebra o caminho e impede que a isca chegue ao ninho. A escolha da isca muda conforme a espécie e conforme o que ela está buscando naquele momento.
Fazemos a inspeção, identificamos a origem e indicamos o tratamento correto.